Diz-me o que lês, vês e ouves e dir-te-ei como és

Como-ter-inspiração-para-escreverO que é que nos influencia? O que é que escolhemos ver, ler e ouvir quando sentimos necessidade de inspiração? Que opções temos a coragem de fazer perante tanta informação disponível? Quanto tempo desperdiçamos a dar atenção ao que não nos acrescenta nada? 

Esta “casa” é um reflexo das nossas escolhas e da nossa forma de estar na vida. Nela refletimos os nosso gostos, os nossos pontos de vista, as nossas experiências e os valores em que acreditamos. Fazemos questão de nos mantermos genuínas e, por isso mesmo, gostamos de partilhar também o que nos inspira com quem está desse lado e nos lê (a propósito, aceitem as nossas sugestões e cliquem nos links que vamos deixando no final de cada post pois vale mesmo a pena!). Por isso, para nós, é fundamental sermos bastante criteriosas naquilo que selecionamos para nos servir de inspiração e resistirmos ao ruído que nos rodeia. 

Lermos bons livros e artigos relevantes sobre os temas que abordamos, ouvirmos boa música, apreciarmos fotografias de qualidade e seguirmos apenas blogues interessantes e contas de instagram bonitas, por exemplo, permite-nos produzir, com mais facilidade, os nossos conteúdos e manter a essência deste projeto (que, para nós, é mais importante do que ter milhares de seguidores).

Esta foi a sugestão que alguém me deu há uns tempos e que tentei pôr em prática de imediato. Por que razão gastava eu tanto tempo a ler sobre assuntos que pouco ou nada me acrescentavam, principalmente por essa internet fora, ou a assistir a programas de TV sem interesse até adormecer no sofá? Confesso que tem sido um exercício que tenho vindo a fazer aos poucos, mas que tem compensado a vários níveis, principalmente no ganho de tempo para me focar naquilo que realmente importa e me oferece mais bagagem. A sensação de leveza é outra consequência boa.

Queixamo-nos constantemente de que a vida é curta, de que o tempo voa, de que não temos tempo para nada e deixamo-nos dominar por aquilo que nos aparece à frente dos olhos, muitas vezes sem questionarmos o seu valor ou sem termos a determinação para impedir que esses estímulos vazios de significado invadam o nosso quotidiano. Decidir o que queremos ver, ler e ouvir está nas nossas mãos. Ninguém melhor do que nós próprios para escolher as nossas influências, as nossas fontes de inspiração, os exemplos que queremos admirar e seguir e as experiências que queremos viver.

Um dia, esperamos vir a fazer parte das vossas escolhas!

Sofia

Lá fora (e créditos das imagens acima): Sugerimos que apreciem fotografias bonitas aqui e aqui.

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