Ser Família - nesta e noutras casas


Para celebramos o Dia Internacional da Família, e depois de um fim de semana em que colocámos em prática tudo aquilo em que acreditamos quando pensamos nas nossas famílias, reunimos algumas famílias de outras casas que acompanhamos e que, quanto a nós, acrescentam valor a esta busca constante de vivermos em família com autenticidade.

Aproveitámos o último fim de semana para passarmos tempo em família. No meio da rotina dos dias, com mil e um afazeres que se sucedem, os dias passam quase de forma automática e, quando damos por nós, os miúdos cresceram quase sem que dessemos conta.

A vida, por aqui, ainda se faz a um ritmo mais ou menos tranquilo - não há horas infinitas em filas de trânsito, não há alvoradas quase de madrugada para chegar ao trabalho e à escola a horas, nem há ATL's que se prolonguem pela tarde fora.

Mesmo assim, o tempo parece escapar-se por entre os dedos. Quando olhamos para eles, ou porque nos dizem que já não querem ajuda em determinada tarefa ou porque lhes ouvimos uma expressão que nos desperta a atenção, damos de caras com aqueles pequenos seres que já não nos cabem no colo exatamente como cabiam há tão pouco tempo.

As famílias desta casa são diferentes entre si e, naturalmente, diferentes das de outras casas, mas há nas nossas famílias algo que identificamos como comum e que, na nossa opinião, está também presente nas famílias que vos trazemos hoje: a aprendizagem constante. Pais que aprendem com os filhos a ser pais e a manterem-se seres individuais, ainda assim. Filhos que aprendem a ser seres individuais enquanto são filhos e têm nos pais o maior de todos os exemplos.


1. A família da Vera, pela simplicidade e pelas palavras mágicas, de tão reais.




2. A família da Sofia, pelo desapego e pelo sentido de missão de que o Amor cura tudo.




3. A família da Marta, pela coragem de recomeçar e reconstruir.




4. A família da Constança, pela partilha das coisas simples e pelo regresso ao baú da mãe e da avó carregado de boas memórias.




5. A família da Melanie, pelo belo e pela tranquilidade, em imagens onde o tempo parece parar.




6. A família da Márcia, pela magia e alegria das cores com que pinta a vida.




7. A família da Rafaela, pela criatividade e boa disposição.



Sabemos bem que o que vemos destas famílias é só aquilo que elas querem que nós vejamos, mas acreditamos que aquilo que mostram, por o fazerem há muito tempo e de forma consistente, resume aquilo que, no fundo, mais as define. O que nos inspira em cada uma destas famílias é isso mesmo. Em cada uma delas buscamos inspiração para, nas pequenas coisas, continuarmos a crescer como mães e como mulheres.

Também seguem alguma destas famílias?

Que outras nos sugerem?


Lá fora: Este livro da Planeta Tangerina


Créditos Ilustração | Desfigura




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